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Narciso, Michelangelo, 1599
Imerso na escuridão aprisionante de meu subsolo
Sei que lá fora os objetos, todos, volatilizam-se
Ouço os gritos de seus ethos
A reivindicarem eternidade e primazia.
Parafraseando Parmênides, resmungo para mim mesmo:
“- O ser é uma esfera feita de pensamento gritando o próprio pensamento
Fechada em si mesma!...
Imersa em si mesma...
Trancada...
Una...
Unicamente,
SÓ!”
*Do livro Memórias do Subsolo, de Fiódor Dostoiévski, 1864
Talvez seja pedir demais a tal consciência o parto de um "artigo" sobre este livro. Tomara que não.
Que eu acredite que não!
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